quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

VULNERABILIDADES DA URNA ELETRÔNICA

Sempre que vocês começarem a acreditar que a urna eletrônica usada nas eleições brasileiras é mesmo imune a fraudes, deve dar uma passadinha no Jus Sperniandi, para ver o que o Ilton anda falando e coletando sobre o assunto. Hoje tem nota nova sobre isso.

2 comentários:

Gilson Kind disse...

Como trabalho com informática e tecnologia, e tendo conhecimento nesse meio, nunca achei as urnas eletrônicas confiáveis.
Qualquer coisa que tenha um sistema operacional pode ser reprogramado. Qualquer coisa mesmo. Na minha opinião, para que as urnas sejam confiáveis, o correto seria que, no momento do voto, além de ficar registrado na memória, o voto fosse impresso e, após a conferência do eleitor, o voto fosse inserido numa urna convensional. A urna eletrônica só deveria ser utilizada para um "pré-resultado" sendo que o resultado final só se daria com a contagem dos votos impressos. Só assim para que a urna eletrônica seja confiável. Por qual razão os EUA e outros países da Europa, que conheceram o projeto brasileiro de urna eletronica, não o utilizaram? Pelo simples fato de não ser confiável. Outro ponto importante que mostra que a nossa urna eletrônica é muito ruim, é o fato dos dados ficarem armazenados em 1(um), apenas 1(um) disquete. Quem usa esse tipo de mídia de armazenamento nos dias de hoje? Os dados contidos num disquete podem ser perdidos facilmente com uma simples queda ou se aproximado de um campo magnético.

Grande Abraço!

Gilson

Wilmor Henrique disse...

Complementando a idéia do Gilson, para que a turma não pense que seria necessário fazer a contagem manual de sempre. O voto poderia ser impresso de forma a ser facilmente lido por uma leitora óptica, assim o resultado não demoraria tanto assim pra sair.