sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A Record não se conforma

A Rede Record distribuiu hoje uma nota oficial, onde informa que o contrato de exclusividade de transmissão dos jogos ainda está em vigor, reclama dos clubes e da RBS, que estariam passando por cima do contrato e de decisões judiciais e exerce seu direito de espernear.

Leia a íntegra da nota aqui.

8 comentários:

Gilberto disse...

Já pensou se fosse ao contrário? A casa já tinha caído. Um abraço

Anônimo disse...

Ética, definitivamente, é uma palavra que não consta no dicionário da RBS. E ainda desrespeitam as decisões da Justiça.

Paulo

Anônimo disse...

A RBS está na dela. Os Clubes e a Federação (leia-se Delfin 30 anos dono da FCF) é que se venderam por mais dinheiro e não recindiram o contrato em vigor.
Vai dar Merda.

marcia disse...

Interessante a matéria sobre os quase 30 anos de Delfim frente à Federação, a falta de eleições, o juiz Bozzano descendo a lenha, chamando os presidentes de clubes de covardes... Isso só vem a público como revanche da Record, o que é uma pena. Esta realidade, assim como outras "ditaduras", deveria ser pauta regular da midia em geral.

Anônimo disse...

Vai ver a grana do tal contrato assinado em 2006 já acabou. A federação não quer esperar até o fim do ano que vem pra receber de novo. Melhor cancelar o contrato em vigor e celebrar um novo. Bom, contrato existe para ser quebrado mesmo, para isso existem as cláusulas de rescisão. Deixa que a justiça resolve. Ou não...

Anônimo disse...

Por quê esses caras da rede gaucha não vão transmitir o futebol deles, inter x pelotas; gremio x boca juniors; juventude x river plate; e por aí. Deixa os petrels faturarem um pouquinho.

Elmo disse...

O que está havendo é uma quebra de contrato, coisa que as grandes corporações não gostam que aconteça com um país.

O mesmo que a grande mídia afirma que o Hugo Chavez fez na Venezuela.

Bonassoli disse...

Não me importa quem está certo ou errado. Mas não basta ir à Justiça reclamar seus direitos?

Me parece que estão perdendo tempo com tanta badalação. E, por extensão, assegurando mídia para o concorrente. De graça.