Distraído e esquecido, não liguei o nome à pessoa quando li que a revisão do livro e seu prefácio tinham sido feitos por um certo Danilo Prestes. Até estranhei, em nota abaixo, quando soube, pelo delegado Renato Hendges, que o autor do prefácio tinha sido o Danilo Gomes.
Só quando um velho companheiro chamou-me a atenção é que somei um mais um: o nome do Danilo Gomes é Danilo Prestes Gomes. Nada de pseudônimo, portanto.
Depois de Borges: a leitura como felicidade lenta, generosa e infinita.
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