O empresário que escreveu o livro “A descentralização no banco dos réus” foi denunciado ontem pelo Ministério Público, por extorsão. Se o juiz aceitar a denúncia, ele vira réu.
O governo já começou a novena para Santo Expedito (o santo das causas impossíveis), pedindo que a coisa não respingue mais do que já respingou. Se ficar restrito ao crime pelo qual o Nei e seu sócio Danilo Gomes foram denunciados, está de bom tamanho.
O problema é que o livro é um prato cheio para ser usado na campanha política que se avizinha. Sempre que a turma estiver esquecendo o caso, alguém tratará de jogar de novo a laminha no ventilador. Resta saber se, com esse frio, a coisa cola. Pode ser que só resvale.
O batom como arma revolucionária
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Débora foi proibida de falar com a imprensa, porque não é sempre que a
democracia aguenta podcast ou entrevista. Orlando Tosetto para a Crusoé:
*Passaram...
Há 6 horas
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