sábado, 15 de novembro de 2008

O ESCÂNDALO DO AEROPORTO

No sábado, dia 17 de maio de 2008, há seis meses, portanto, estava eu irritado com essa história dos acessos, projetos e promessas referentes ao aeroporto da capital e destilei uma notinha azeda, que na época muita gente achou exagerada e fora de propósito. Republico-a para que vocês, lendo-a diante dos últimos acontecimentos, digam se não estava correto em ficar indignado:
A ampliação do aeroporto de Florianópolis precisa começar a ser tratada, pela imprensa e pelas pessoas de bem, como o escândalo que realmente é.

Há descaso, irregularidade, oportunismo e incompetência em praticamente todas as fases e áreas. Desde especulação com terrenos a desinteresse na solução de problemas de engenharia, passando por falta de conhecimento de “autoridades”, a bolsa de apostas da capital está cravando 2016 para a reinauguração do aeroporto.

Com o agravante que, ao ficar pronto em 2016, estará quase uma década defasado e já precisando de nova ampliação.

A luta por um aeroporto decente para Florianópolis já tem mais de 20 anos e diluem-se as esperanças de que as obras comecem antes de 2012.

Aí a gente se pergunta: com um aeroporto congestionado na capital, que não pode receber mais vôos e hoje já é uma confusão no horário de pico, que encenação é essa do governo LHS, de trazer mais turistas do exterior? Brincadeira?

Escândalo! É a melhor definição.

7 comentários:

Anônimo disse...

o cesar,depois q o mosquito fico c/ medo das postagens anônimas tirando esse recurso o pessoal fico c/ medo enau foi lá + postar nd....hahaha...
s tu olhar os comentários dele estão zerados....pobre mosquito...gosto bastante dele..desse teu afilhado...

abraços - Caio

Anônimo disse...

Acho q ele tá com medo de ser contestado(tá com medo de tijolada). Conversa com ele tio César.

Schneider disse...

Parece que houve uma licitação ou concorrência onde não apareceram interessados. Estranho, não?
Uma ampliação dessas deve passar por um minucioso planejamento. Isso envolve engenharia de tráfego e aeroportuária.
O planejamento foi atropelado pela politicagem. A engenharia de tráfego foi superada pelo tráfico de influências. Já a parte aeroportuária esbarra na InfraZero e sua política mercantilista dos aeroshoppings.
Há um sintomático odor de interesses no ar.

Anônimo disse...

TIO CÉSAR,
E O ESCÊNDALO DE BRUSQUE VAIS NOTICIAR ?

amilton alexandre disse...

ledo ivo engano , o blog aumenta diariamente o numero de leitores.
Todos qualificados e ganhando livros.
Caras de pau anônimos não terão vez.
Não querem aparecer na repartição e serem cobrados por terem lido o blog.
Anônimos deixo para o meu tio

Anônimo disse...

essa é p/ o mosquito ler:hehehe
o msquito é que se tu quer mais informação e coisas até boa como algum furo que tu nau sabe(que até pode ser dos informação dos anonimos que tb tem coisas boas),tu devia dexa os anônimos para postar!NÃO falei que tu não tras informação no teu blog,trazes bastante coisa e bem boas,gosto bastante do teu blog,acompanho tb...
Uma dica:o Damião coloca o dele muito bom,a gente põe o nome da gente e o email se quiser...
Eu tenho uma grande para tu verificar se é verdade,mas prefiria que tu fizese que nem o damião fez nos comentarios dele...
abraços!

Carlos Alberto Riederer disse...

César,
Não tenho procuração para defender a Infraero, mas sou testemunha de que a construção do novo terminal do aeroporto sempre esteve condicionada à solução, pelo Estado e Prefeitura, do problema do acesso viário.
Em 2002, no último ano do governo Amin, o TCU suspendeu a licitação para a execução do viaduto sobre a foz do Rio Tavares, que faria a continuidade da Via Expressa Sul até o aeroporto.
Depois disso, o Estado ignorou o Protocolo de Intenções, assinado pelo governador Luiz Henrique com a Infraero, em janeiro de 2005, para dar seguimento às ações empreendidas pela Prefeita Angela Amin, que definiu o traçado e adquiriu áreas de terra para a execução do acesso, pelo Estado, como havia sido estabelecido anteriormente.
Portanto, pode ser que o atraso do aeroporto seja a consequência dessa indefinição do acesso adequado para atender ao movimento de 2,7 milhões de passageiros por ano, previsto para o novo terminal.
Isso sem contar às necessidades dos moradores do Sul da Ilha, especialmente em dias de jogo na Ressacada.