Entre os servidores públicos municipais está se formando uma convicção: o prefeito Darío só ouve o Juquinha (presidente da Comcap e parceirinho desde tempos imemoriais).
Nesta greve ficou claro o papel que o Juquinha desempenha. Primeiro, o Alemão (que é outro dos apelidos do prefeito Darío) negou tudo. Brabo, disse que não tinha conversa. E criou o estresse nos servidores, que se prepararam pro confronto.
Quando a bagunça tava armada, o Juquinha, que segundo os próprios servidores tem mais jogo de cintura, chamou o Darío num canto e explicou pra ele os fatos da vida. Aí o prefeito começou a falar que ia ver, que ia estudar, que talvez desse. Coisa que poderia ter falado no primeiro momento.
Já tem servidor falando em acabar com essa intermediação e colocar de vez o Juquinha no lugar do Darío.
O batom como arma revolucionária
-
Débora foi proibida de falar com a imprensa, porque não é sempre que a
democracia aguenta podcast ou entrevista. Orlando Tosetto para a Crusoé:
*Passaram...
Há 6 horas
Nenhum comentário:
Postar um comentário