quinta-feira, 6 de março de 2008

A GREVE

A coisa mais fácil do mundo é entrar em greve. E uma das coisas mais difíceis do mundo é sair de uma greve com dignidade. Ainda mais quando a greve prejudica, difusamente, “todo mundo”, menos aqueles que são responsáveis pelos fatos que motivaram a greve.

A valorização do servidor público, ao que parece, ficou nos discursos oficiais e não chegou, na medida em que deveria, ao bolso dos barnabés.

Resta saber se o transtorno que será criado fará o governo se coçar. Façam suas apostas, senhores.

3 comentários:

Anônimo disse...

Para os funcionários públicos (os reais, de carreira, concursados), não há momento mais propício. Eles também querem uma vaga no metrô da alegria. A diferença é que querem de maneira justa, pagando pela passagem e embarcando na estação correta, sem furar fila.

analistas disse...

Vamos dar uma sugestão para resolver a situação de todos os funcionários públicos dignos de reconhecimento. O TJSC anula estas leis que beneficiaram uma seleção de apadrinhados políticos. Estes indivíduos voltam para suas secretarias de origem com seus também salários de origem, e com a sobra ou melhor a diferença referente os aumentos salariais que eles obtiveram nestas transposições (IRREGULARES) dá um excelente aumento aos esquecidos funcionários públicos. Só para completar, nas próximas eleições não esqueçam de votar POR TODA SANTA CATARINA.

Anônimo disse...

Greve não faço.
Posso até fazer panelaço, impedir o soninho do governinho de m...e de seus familiares( sim, se beneficiam das desgraça alheia).Mas folga pra aluno malandro?Nem pensar,tem maior castigo que ter aulas?
Não tem.E assim me vingo de cada dia que me dizem: você nunca fica doente? nunca falta é?por que não ficou em casa?
A praga foi tanta que 24 horas depois baixei hospital em emergência médica,com alto risco de vida, barriga costurada feito linha de trem( não o da alegria) e 45 dias tomando os piores remédios do mundo.
Pedia a Deus pra não ter de voltar,o hospital era melhor...

Sem falar que o Sinte não passa de palanque pra gente como Ideli se mostrar na mídia e se eleger, depois top top nos professores.Discurso raivoso só antes, depois de passarem pro lado de lá...

Comigo não, violão.

Onde estava o sindicato quando foi feita a REforma da Previdência que só pegou bagrinhos?fizeram greve por isso? Passeatas?Não... Ficaram bem caladinhos, como mandou a Ideli, a CUT.Onde ficou a revolta?Não espernearam por quê?Eles são pagos para espernear e não o fizeram.

A categoria está dividida e não é pela esmola do governo não!!É que não acredita mais nos sindicalistas vermelhos.

E.T:quanto será que o LHS gastou pra mandar a carta que acabo de receber? mandada aos professores com a fabulosa tabela mentirosa e colorida assinada pelo Paulo Bauer?
O mesmo que já foi Secretário da Educação, e quem num programa de Tv, da emissora poderosa, domingo pela manhã,ouviu de uma diretorazinha de escola que deveria ele dar jeito ao mato na escola.Exonerou a bisca na segunda-feira e antes da sexta-feira já tinha voltado atrás.
Pra ela valeu a pena: está no trem da alegria hoje e rindo da cara dele como sempre.

Que se ferrem todos: sindicato e governo!!

E acho bom a 18ª Gerei parar de fazer assédio moral contra professores através de diretoras,para que passem alunos de qualquer jeito.Daqui a pouco vou começar a dar nomes aos bois( ou vacas, sei lá),não tenho mais nada a perder, já perdi tudo e quem está no inferno não custa dar um abraço no diabo.

Lia