sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Lula sobe aos céus

O Josias de Souza sintetizou bem a história:

Já ouviu a última do Lula? Não? Então ouça:

Sua Excelência saía do banho. Estava enrolado em uma toalha.

Deu de cara com uma das camareiras do Palácio da Alvorada.

Súbito, descolando-se de sua cintura, a toalha foi ao chão.

A camareira deu um salto: “Ohhhh! Meu Deus!”.

E o presidente: “Sim, sim, claro. Mas pode me chamar de Lula”.

Pesquisa que acaba de sair do forno do Datafolha acomoda o brasileiro na posição da camareira da anedota.

Lula bateu seu próprio recorde de popularidade.

Nada menos que 64% da população considera o governo dele ótimo ou bom.

Há seis meses, o mesmo Datafolha atribuíra a Lula aprovação de 55%.

Um índice que já o colocava à frente de todos os presidentes eleitos após a redemocratização.

Agora, Lula torna-se um Super-Homem sem criptonita.

É um Batman sem Curinga. É um He-Man sem Esqueleto.

A julgar pela volúpia com que o disputam em todos os palanques de 2008, virou presidente sem oposição.

É a parte e o todo. É o sim e o não. É o fogo e a água. É o absoluto.

A caminho da canonização, logo, logo já não fará questão de ser chamado de Lula.

Escrito por Josias de Souza às 09h52

2 comentários:

Sergio Luiz da Silva disse...

Cesar, o Sr. Josias (meu censor-mor)certamente perderá o sono com os resultados da pesquisa do DataFolha. Aliás, boa parte do pessoal da FSP também. Tudo que se refere ao Presidente recebe um tratamento peculiar daquele jornalista. Na era FHC ele não se portava tão humorista. Caso para psicanálise!

Congratulações pelo blog. Leitura obrigatória nesses tempos estranhos.

Anônimo disse...

César, questão interessante é a tão propalada quitação da divida externa (FMI) que na verdade trata-se apenas de transformação para dívida mobiliária interna que na era FHC(jul/95) correspondia a R$ 62 bilhões, em jul/02 (Lula) R$ 687bilhões e que teve um crescimento de 40 por cento em menos de 2 anos perfazendo um total, em jul/07 de R$ 1,4 trilhão(possuem juros maiores e prazos menores). Fonte: www.auditoria-dividacidada.org.br
(a partir de dados do BACEN)

Esta situação ao que parece não é divulgada pela mídia corporativa.