terça-feira, 8 de janeiro de 2008

ZONA

A história da Zona Azul e do estacionamento no centro das cidades sempre mexe com os leitores. E vários se manifestaram.

O Alexandrino Barreto Neto levanta a questão dos ônibus estacionados em área privilegiada e central da capital: “eles são multados?” Se alguém tentar estacionar o carro por ali, leva mordida por todos lados, “dos flanelinhas e dos azulzinhos”.

E o Sérgio manda uma sugestão de reportagem para o DIARINHO:
“Há meses te enviei um e-mail informando que motoristas, cobradores, funcionários da Cotisa transformaram uma área pública na frente do terminal do centro (em Fpolis) em estacionamento particular deles. A situaçao permanece a mesma. Vale foto.”
Naturalmente, a Zona Azul (ou que nome tenha), tem lá suas qualidades, que o Max Paul Jr., corretor imobiliário em BC destaca:
“O maior mérito das chamadas “zona azul”, ou estacionamento rotativo, é a democratização do espaço para estacionamento, além de (no caso de B.C.) restringir a vinda ao centro de quem não se dispuser a pagar o valor cobrado para ter este direito.

Agora, lucro ou prejuízo, depende das pessoas que administram o sistema, que vai desde a “capacidade administrativa” e depende até mesmo da “honestidade” dos gestores e/ou agentes.

Aliás capacidade administrativa, competência e honestidade são valores que contam cada vez menos em nosso estado. Basta ver a composição das SDR, e as operações “abafa” dos casos descobertos...”

Um comentário:

jânio disse...

Alguém já disse que cobrar estacionamento em área pública é inconstitucional justamente por ser pública, que é de todos que pagam impostos. Chama-se a isso de bitributação.