quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O MORIBUNDO SE MOVE!

Um dos processos que deveria “se arrastar feito um moribundo” pelas prateleiras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sacudiu-se com preocupante jovialidade no primeiro dia em que os ministros retornaram ao trabalho, após o recesso de julho.

Não sei se vocês lembram, mas no dia 2 de julho, a defesa do governador LHS apresentou um recurso, pedindo que o processo de cassação fosse levado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Era uma tentativa para manter o moribundo se arrastando.

Pois bem, o recesso do TSE durou o mês de julho. No dia 1º de agosto o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE, já respondeu ao recurso, informando que ele será avaliado só no final do processo, depois de examinado o mérito.

E a decisão será publicada dia 8 agora, sexta-feira.

Putz! A turma vai ter que pensar rápido em outra coisa. Porque este foi um tiro n’água. E agora o vice Pavan será “chamado ao processo”, para se defender. Feito isso, é provável que o julgamento reinicie.

A grande dúvida, que vai movimentar as casas de apostas, é se o TSE pretende sacudir o esqueleto antes ou depois das eleições municipais.

4 comentários:

Anônimo disse...

Ayres Britto não é Gilmar Mendes, esta a primeira esperança.
Como hoje o STF vai julgar a questão dos candidatos "sujos", ou seja com processos, é possível que algo mude naquela corte. Segunda esperança.
E a decisão do recurso será publicada na sexta. Terceira esperança.
E a quarta e última, que a justiça seja feita, ao final do julgamento.
Apesar de estarmos no Brasil e falando de justiça, ainda vale a eterna frase: "A esperança é a última que morre".
Carlos X

Schneider disse...

Concordo com Carlos X, acima. Ayres Britto já deu mostras de qual será o destino de LHS. Os ministros Ari Pargendler e
Marcelo Ribeiro, também foram enfáticos em seus votos. Joaquim Barbosa e Felix Fischer devem seguir a mesma linha. Pelo "time" do TSE, esse moribundo ainda sobe no pódio.

Anônimo disse...

Se eu fosse o PAVAN não ajudaria a carregar um moribundo por cujo estado não foi responsável. De repente deu só um chutezinho de nada na canela do sujeito, mas pagar pelo mesmo crime, por que?

Anônimo disse...

O país das maravilhas eles resolvem tudo nessa época.