quarta-feira, 22 de outubro de 2008

CONVERSA DE BOTEQUIM

— De jeito e maneira! Não foi o senador Bornhausen que escreveu aquela nota. Pode ter assinado, mas que não escreveu, tenho certeza que não escreveu!

— Mas por que tens tanta certeza que não foi ele?

— E te digo mais: é possível que o redator tenha sido alguém do PMDB!

— Continuo sem entender...

— Ô rapaz, o Jorge Bornhausen conhece o Esperidião há séculos, foi ele que lançou o careca a governador, imagina se ia escrever “Espiridião Amim”? Nunquinha! Mas a turma do PMDB, que veio de fora, nunca soube escrever direito o nome do turco e sempre trocaram as bolas. Acham que Amim e Amin, Espiridião e Esperidião é tudo a mesma coisa.

— Ah, tá.

13 comentários:

Leandro Damasio disse...

Faz muito sentido

Orlando Tambosi disse...

Pois, pois, o Kaiser escorregou (tenha sido ele ou não).Não terá sido intencional? E se foi, por quê?

Vá ser perguntento assim nos infernos...

Anônimo disse...

Vamos ficar combinados; o Bornhausen assina qualquer coisa para ficar perto do poder. Foi assim em todos os governos, até no do Collor. Só não tá na festa federal atual porque não foi convidado. Mas conforme for...
Na cidade, com a nota, está garantindo o seu naco. Ou alguém acha que ele dá ponto sem nó?

Anônimo disse...

Depois da carta da tal Márgara, com virtuais impressões digitais que pareciam ser do "corda para enforcar", concordo plenamente com tua observação.

Anônimo disse...

Olha César, no meu modo de ver, a nota de esclarecimento somente pois as coisas nos seus devidos lugares. Restabeleceu a verdade dos fatos. Agora, que ficou chato para que estava se intitulando como quem fez tudo, isto realmente ficou. O candidato não gosta de ser contrariado, só que o mesmo foi colocado no seu devido lugar. Queria passar para a juventude que tudo que Florianópolis tem de obras estruturais, foi graças a ele, quanto, na real, não foi.

Anônimo disse...

Eles fazem isto só para irritar o Amin. E ele merece, diga-se de passagem.

Anônimo disse...

Primeiro, ele nao é Turco, nem Libanes, simplesmente "Manezinho", com muito orgulho, o passado dele o condiz como qualquer outro descendente de outras origens e mais interesante é que descende de Italiano por parte de Mae e Libanes por parte de Pai.
Tá na hora de fazerem a liçao de casa e dar uma olhada na biografia do Omi.

Anônimo disse...

Queria saber pq ninguém lê com atenção o último parágrafo da carta do Jorge. Principalmente aquela parte onde ele diz que o Amin era secretário de Obras dele, e coisa e tal... Ou seja, é obra do Amin. Vai lá ler com atenção, ô peste.

Schneider disse...

O das 9:41 está certo. Ele afirma que Amin foi seu secretário e, assim, quem tocou as obras.
Mas pela "CALIGRAFIA" esse texto foi escrito por quem escreveu aquela carta da Márgara...

Anônimo disse...

O das 9:41. Lei com atenção a NOTA. Veja que a Av. Beira Mar foi contratada no Gov. Konder Reis. Naquela ocasião, o AMIN era Prefeito NOMEADO de Florianópolis. Não teve NENHUMA participação na obra. Essa obra foi do DER/SC.

Anônimo disse...

Pois é...quem conhece a família Helou sabe que a grafia correta é, realmente, "Espiridião". Coisa de quem conhece, muito, geneticamente...tipo Bornhausen & Amim, Bonnie & Clyde, Xitãozinho and Xororó, etc

Carlos disse...

Ôô das 10:45.
Naquela época Prefeitura de Florianópolis era um departamento do Governo do Estado, tanto é que o prefeito era nomeado pelo governador e fazia parte do colegiado !
Mas você também está incomodado que o Dário diga que os elevados pagos pelo Estado sejam obra dele ? e a Policlínica que o governador até inaugurou ?
Se quer coerência, então pratique !

Carlos disse...

Ôôô anônimo das 10:45,
Sabias que na época da construção da Beira-Mar a Prefeitura era um órgão do estado, o Prefeito, que era nomeado, participava do colegiado estadual ? Sabias não ?
Tens a mesma preocupação quando o Dário diz que fez os elevados, que também foram obras do estado ?
E a Policlínica, que até inaugurada foi pelo governador, pois foi feita pelo estado, pode ?
Vamos ser coerentes