A coluna ficou fora do ar uns dias, esta semana, e alguns leitores começaram a me comparar com juízes, deputados e outras categorias que são bem dotadas de férias, licenças, feriadões e outras pausas que refrescam.
Na verdade eu sou um militante da causa do ócio. Pra mim, o ideal seria a gente folgar seis dias e trabalhar no sétimo. Mas, como a coisa começou ao contrário, parece que não tem mais jeito. Talvez na outra encadernação.
Mas a coluna, desta vez, não deixou de ser publicada porque seu titular estava de férias, viajando, ou com preguiça. Foi justamente o contrário: excesso de trabalho na estiva. Como sempre, falhei fragorosamente no quesito “te organiza, rapaz!” e fui soterrado por um estouro de prazos que alcançou 7.3 na escala Richter. Mas agora está quase tudo sob controle, tanto que estou de volta a este espaço.
A Hungria depois de Orbán: a ascensão de Magyar e os dilemas de uma nova
etapa política.
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Hungría pone sobre la mesa una cuestión clave: no se puede combatir
regímenes autoritarios mientras se mantienen relaciones que los fortalecen. Marzena
K...
Há 5 horas
Um comentário:
Cesar.
Take it easy.
O importante não é o quanto se faz e sim a qualidade do que se produz.
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