quarta-feira, 2 de novembro de 2005

QUARTA

NÓS SOMOS O MÁXIMO!

FESTEIROS OFICIAIS

Na foto acima LHS (à esquerda) tira uma casquinha do prêmio que o Dário recebeu em nosso nome, já que SC ficou em segundo e não ganhou o troféu.

LHS, por falar nisso, estava em todas as fotos. Pra mostrar apenas o casal Fernando e Iolanda Marcondes de Matos, aí à direita, proprietários faceiros, com toda razão, do Costão do Santinho, tive que cortar fora o governador.

O pessoal já reclama que eu coloco foto do LHS todo dia (o que, em parte, é verdade), imagina se começar a colocar duas vezes por dia...

FLORIANÓPOLIS É A MELHOR CIDADE
A revista Viagem e Turismo, da editora Abril, pergunta todo ano a seus leitores quem são os melhores em uma porção de áreas. Os eleitos são homenageados numa festa, ganham um troféu e ficam muito contentes com a lembrança do povo que viaja e lê a revista.

A festa deste ano foi na segunda à noite, em São Paulo. Aproveito a folga do feriado pra contar quem, daqui de Santa Catarina, ganhou o quê. Vamos começar pelos itens em que fomos campeões, mas a gente ficou entre os dez finalistas em uma porção de outras categorias. Vamos lá:

FLORIANÓPOLIS
Melhor Cidade, pelo terceiro ano.

COSTÃO DO SANTINHO
Melhor resort de Praia, à frente dos grandes do Nordeste. E ficou em 3º como Melhor SPA.

SANTA CATARINA
2º lugar como Melhor Estado. Perdemos pra Bahia.

BETO CARRERO
3º lugar como Melhor Parque Temático.

PLAZA CALDAS (Sto. Amaro)
4º lugar como Melhor Resort de Campo, Termas ou Interior.

POUSADA DO ARVOREDO
5º lugar como Melhor Pousada. Fica em Bombinhas.

BOMBINHAS
6º lugar como Melhor Praia.

PLAZAS ITAPEMA E CALDAS
Os dois ficaram com o 6º lugar como Melhor SPA.

ILHA DO PAPAGAIO
7º lugar como Melhor Pousada.
Fica em Palhoça.

BOQUEIRÃO, LAGES
8º lugar como Melhor Hotel Fazenda.

GRUPO GRAVATAL
9º lugar como Melhor Resort de Campo, Termas ou Interior.

PRAIA DA JOAQUINA
9º lugar como Melhor Praia.

BABACAS COLONIZADOS
No anoitecer do dia 31 tive o desprazer de assistir a um dos mais constrangedores “espetáculos” dos últimos tempos. Um bando de marmanjos filhinhos de papai, todos por volta dos 15 anos, indo de casa em casa achacando os moradores em nome de um troço chamado “halloween”.

Tradição celta, adotada pelos Estados Unidos, é uma espécie de festa a fantasia. E como uma parte da festa, crianças (crianças mesmo, não adultos), batem à porta das casas pedindo doces. Gritam algo como “doçuras ou travessuras”. Avisando que farão molecagens se não ganharem nada.

Pois os babacas colonizados importaram dos gringos apenas a parte da extorsão: as casas de quem não entendia a brincadeira, não aceitava a chantagem ou não sabia do que se tratava, eram atacadas, na melhor das hipóteses, por ovos. Sem falar nos xingamentos e outras ameaças. Os idiotas transformaram o que em si já seria uma besteira, numa espécie de arrastão. Com violência e tudo.

Falta de educação de qualidade dá nisso: as escolinhas particulares cheias de frescuras que eles freqüentam acham muito chique, nessa época, falar em “halloween”. E como as cabeças desses marmanjos são ocas (e suas famílias não estão nem aí), acabam fazendo papel de palhaços achando que estão arrombando. Ô raça!

BANCOS DO BANCO
Alguns bancos colocaram bancos, ou cadeiras, ou poltronas, diante dos caixas, como uma espécie de sala de espetáculos macabros. A gente entra no banco e sabe que vai ter que assistir uma peça muuito longa. Sentadinho e sem ter o que aplaudir.

Acho de muito mau gosto fazer a gente esperar. Ainda mais fazendo-nos assistir a um desfile de bundas, porque dali a gente só vê, das pessoas que ficam em pé no caixa, as costas. E por economia sempre tem caixa de menos.

Ontem peguei o número 576 na agência da Caixa da Trindade, em Florianópolis. No painel estavam chamando o 520. Pronto, já sabia que ia ser uma manhã daquelas.
Durante quase o tempo todo tinha dois caixas e meio funcionando (o dos idosos não conta, porque sempre que os velhinhos chegam ele para de atender a fila).

Pois não é que quando chegou no 560 saiu um caixa e no 565 saiu outro? Ficou um só. Até dá impressão que eles fazem isso de propósito: sempre que fila está andando mais rápido e as cadeiras da sala de “espetáculos” estão ficando vazias, tiram os caixas pra que a gente não se acostume.

Não sei vocês, mas eu acho um desaforo, um desrespeito, ainda mais com o lucro escandaloso que os bancos estão tendo.

“GREVE RIDÍCULA”
Quando li essa afirmação, a respeito da greve dos servidores e professores da UFSC, no site de notícias Universidade Aberta, do Curso de Jornalismo, achei que, finalmente, o pessoal estava começando a agir com bom senso.

Que nada. Duas servidoras acharam de chamar a greve de ridícula e acusar o movimento grevista de estar “vivendo uma comédia” apenas para justificar uma “radicalização” da greve.

Bom se nessa “comédia” eles já destruiram patrimônio público, violaram a lei, debocharam dos contribuintes, na tal “radicalização” vai ser um quebra-quebra só.

ESSES DEPUTADOS...
O Observatório da Imprensa protocolou na Procuradoria Geral da República documentos que podem servir de base a uma representação que vai abalar uma das grandes farras do nosso parlamento: as concessões de emissoras de rádio e TV.

Um deputado ou senador não pode, pela constituição, ser proprietário ou sócio de empresas que explorem concessões públicas, como são o rádio e a TV.

Na Cãmara dos Deputados, 51 deles são concessionários diretos. E 33% dos Senadores estão ligados a veículos de comunicação. Além disso, muitos participam de discussões e votações que dizem respeito diretamente a seus veículos, como no caso da renovação das concessões. Uma lambança.

Para saber mais detalhes vá ao www.observatoriodaimprensa.com.br e procure pelo item “Políticos na Radiodifusão”.

2 comentários:

Pedro Lemos disse...

Realmente incrível essa história de "dia das bruxas" tupiniquim .. A estratégia é não dar nada preces abobados .. nunca! Porque se espalha pela rua que "naquela casa eles dão doces" .. já visse né?!

Aqui em casa nem atendi a porta. E os abobadinhos não cumpriram a promessa. Sorte deles! Se eles aprontassem alguma, eu soltava os cachorros neles. Literalmente ...

Sabe de quem é a culpa? Desses cursinhos de inglês .. Quer apostar?!

Pedro Lemos disse...

Sobre as filas no banco: o detalhe é que a fila serve para PAGAR conta. Para PAGAR! Tem uma lei que regulamenta o período de espera. Mas os responsáveis pela aplicação - os promotores de justiça - estão muito ocupados dando ordem aos "boys" da repartição ...