quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Impacto de vizinhança

Tem uma coisa para a qual os administradores municipais não dão muita bola, mas que seria bom os contribuintes e eleitores começarem a conhecer e exigir: os estudos de impacto de vizinhança.

Acho que a cartinha abaixo, que roubei na caradura lá do blog do Moacir Pereira, explica bem a importância de se avaliar essas coisas, que podem não render para os caixas de campanha tanto quanto um bom alvará dado na hora certa à pessoa certa, mas ajudarão a garantir, para nossos filhos, uma cidade minimamente habitável:
“Prezado Moacir Pereira. Acima de tudo parabéns pela lucidez e poder de síntese ao descrever, nesta coluna de hoje, as mazelas geradas pela ausência de capacitação de dirigentes e dirigidos, responsáveis pelo Turismo nesta Ilha Capital [Na nota “Chega de amadorismo”].

Anexo denúncia protocolada na FLORAM, neste 06/01/09, que bem poderia constar de sua imensa lista de descasos públicos com o cidadão local e turista. Refiro-me a inauguração da "obra inacabada" do Supermercado Imperatriz do Córrego Grande.

Imaginar um Supermercado sem rampa de acesso para deficientes pela porta frontal, beira a obra da década de 70, onde inexistiam direito das minorias.

Imaginar um "Supermercado" inaugurar, com energia gerada por grupos geradores, a óleo diesel, por não ter sido concluída a ligação da CELESC. E imaginar que, passados mais de 10 dias, pós inauguração, os mesmos geradores continuarem (24 horas por dia) a atormentar o sono de moradores de area residencial, com ruídos acima dos permitidos em lei, demonstra o progresso que estamos autorizando para nossa "Ilha da magia". Imaginar uma calçada (com guia para cegos) repleta de veículos, com pedestres tendo de caminhar no meio da rua, não condiz com uma cidade que se pretende turística. Mais do que para o mar, a Ilha, ou melhor os responsáveis pela sua gestão, continuam de costas para moradores locais e turistas.

João Guilherme Wegner da Cunha, morador do Córrego Grande.”

4 comentários:

Anônimo disse...

Se essa aberração está acontecendo onde mora o ilustre Vice-Prefeito da Capital, imagine o que não se passa nos confins abandonados da ilha...

Eduardo disse...

Vocês gostam de se submeter a um flanelinha?
E à zona azul?

Pois hoje tive a infelicidade de ter que achar uma vaga para estacionar no centro da cidade, ali, nos fundos do Doze, perto do museu (?) Victor Meirelles, na região da delegacia do trabalho. Localizaram?

Pois lá tem zona azul... E lá tem flanelinha... E tem que pagar os dois, hein!!! Senão, já viu!

Otoridade? A mais próxima era justamente um azulzinho (que estava tascando uma advertência cor-de-rosa em um atrasado que não voltou para tirar o carro no prazo, com quem comentei: "Aqui tem zona azul e ainda vem flanelinha pedindo 'esmola'?". Ao que a autoridade disse: "É, nessa região sempre foi assim!"...

Uau!

Anônimo disse...

Tio César,

E isto que o Vice do Alcaide era o leiteiro da região. Por isso levou pau nas urnas por aquelas bandas!

Anônimo disse...

Perdoem-me os "progresseiros", mas aquela obra é uma aberração, um achincalhe ao cidadão com o mínimo de moral pública. O João Batista ? Este sempre foi um barnabé, uma criatura de inteligência limitada, sempre útil à negociatas e lambanças. No mais puro manezês: um tanso !!!